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Silvia Baumel, Advogado
Silvia Baumel
Comentário · há 3 anos
A pena não nos adiantaria nada. Para a vítima que já foi morta o tempo que o seu agressor vai passar na cadeia tanto faz, não vai mudar nada. Como disse o colega aí em cima, só uma forma preventiva da Maria da Penha faz sentido. Falo por experiência própria. Sai de um relacionamento por que estava se tornando abusivo a cinco anos. A obsessão só foi aumentando com o tempo. E se ligar na polícia eles dizem que só podem fazer alguma coisa se eu for agredida. O medo não é por mim, mas por meu filho de oito anos presenciar uma cena como esse menininho do texto. E o que a gente escuta ainda é: não saia de casa, se proteja, mas ele faz isso por muito amor. Amor? Quando os homens vão entender que essa posse e obsessão não é amor. Ou ainda: por que se envolveu com um homem assim? Eu tenho vontade de dizer: Como assim? Como alguém poderia prever que aquele homem do namoro, que mandava flores e enchia de mimos, que dizia amar incondicionalmente seria um psicopata? Alguém pode me dizer quais são esses sinais? Ele e outros agressores de mulheres não tá nem aí com cadeia ou castigo, não faria nenhuma diferença a pena ter 2 ou 200 anos... o que importa é a honra, a valentia deles: mulher minha não vai ser de mais ninguém! Antes que alguém diga, nunca mais me envolvi ou apareci em público com outro homem, com medo de prejudicar essa pessoa ou de que na raiva ele me feri e isso atinja meu filho. Ou seja, não aumentei a raiva dele cutucando seu ciúme. Ninguém pode nos defender. E falo isso como advogada. E como mulher. A mudança não está nas nossas atitudes ou na justiça. Está em vocês homens conversarem entre vocês! Perceberem o companheiro que está exagerando na forma de tratar a mulher dele, não estimularem a chamada "defesa da honra", não fazerem brincadeiras com o homem que já é ciumento, e inúmeras outras atitudes. A questão é "nos defendam" quando não estivermos por perto!

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